O vídeo abaixo apresentado, é uma pequena introdução à tipografia. As fontes, como elemento de comunicação, ampliam também as possibilidades de exploração do potencial gráfico, funcionando como imagem. A classificação de fontes de tipos é uma necessidade presente na prática tipográfica. Através de séculos de cultura escrita, inúmeras formas de representação do alfabeto foram e continuam a ser desenvolvidas. Diferentes culturas - com seu modo de pensar, modas, estilos e tecnologia - criaram, aperfeiçoaram e trocaram informações entre si, em maior ou menor grau.
O texto é de facto um elemento que permanece no tempo e uma das principais formas de comunicação assíncrona. Tem sido um elemento fundamental de interacção entre o homem e a máquina. Hoje em dia os elementos gráficos são cada vez mais usados no software, porque: permitem uma interpretação mais rápida e ocupam menos espaço no monitor.
O texto é dos meios mais usados na interacção utilizador/computador. Normalmente apresenta-se sobre três formas possíveis: Texto não formatado (plain text), que é usado, por exemplo com o notepad. A dimensão dos caracteres é fixa e apenas existe uma forma e um estilo disponível. Existe também, o texto formatado (rich text), produzido, por exemplo, no word. Existem várias fontes, dimensões e estilos para os caracteres, mais opções de formatação. E por último, o hipertexto, que se caracteriza, por ser um texto linear com partes interligadas e com possibilidade de navegação entre elas através de links.
Este elemento está sempre presente nos produtos multimédia. Desta forma, é importante que tenha bom aspecto e que possa ser lido com facilidade. Caso contrário, perde eficácia. O tipo de fonte, é também, um aspecto fundamental, na medida que, ao escolhê-la, é importante ter em conta as necessidades e características do nosso target. As sensações que as fontes despertam no público-alvo devem estar coerentes com a mensagem que se pretende transmitir.
Por exemplo: A fonte Comic Sans MS, não se deve usar, porque é mais decorativa do que propriamente fácil de ler. Enquanto que as fontes sem serifa (helvética, verdana, arial) são mais usadas para títulos e para cabeçalhos, facilitando a leitura na web, as fontes com serifa, guiam os olhos do leitor de uma letra para a outra, facilitando a leitura impressa. Por fim, utilizar muitas fontes, normalmente resulta em poluição visual.
terça-feira, 30 de março de 2010
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