segunda-feira, 17 de maio de 2010

Psicoacústica

Psicoacústica consiste no estudo da percepção do som. Isso inclui, como ouvimos, e as nossas reacções psicológicas e fisiológicas do impacto da música e do som sobre o sistema nervoso humano. O som, a frequência e a vibração são essencialmente intercambiáveis, porque eles são aproximações diferentes da mesma essência. Neste sentido, pode-se falar do conceito de gama dinâmica ou gama dos sensíveis, ou seja, a relação entre o som de amplitude máxima e o som de amplitude mínima que um ser humano consegue ouvir, é de cerca de 120 decibéis. A percepção do volume está relacionada à variação de pressão gerada por uma onda sonora e, portanto, à sua intensidade. O nosso sistema auditivo tem dois limites de audibilidade: limiar de audibilidade (mínima intensidade audível) e o limite de dor (máximo nível de intensidade audível sem danos fisiológicos ou dor). Ainda dentro da psicoacústica, abordamos o marcaramento. Existem dois tipos: simultâneo e temporal. No primeiro, um instrumento pode ser mascarado por outro se um produz um som alto (mascarante) e o outro permanace fraco (mascarado). O mascaramento temporal, ocorre antes e depois de um som forte. Se um som é mascarado depois de um som mais forte é chamado pós-mascaramento e se é mascarado antes em tempo é chamado pré-mascaramento. O pré-mascaramento existe só por um curto espaço de tempo (cerca de 20ms), enquano que o pós-mascaramento tem efeito até 200ms após o som que o originou. Explorando ambos, é possível reduzir substancialmente a informação de áudio, sem uma mudança audível.

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