O formato GIF (Graphics Interchange Format) é um tipo de arquivo para imagens que trabalha com uma gama de 256 cores e foi criado pela empresa CompuServe, em 1987. Isso faz com que o GIF não seja recomendável para imagens que precisam de uma aproximação da realidade, a não ser que a imagem em questão seja a preto e branco (escala de cinza). Devido a essa característica, o formato GIF, é utilizado mais para ícones ou imagens que não precisam de muitas cores. Apesar deste formato parecer limitado devido ao número baixo de cores com que trabalha, o GIF é muito utilizado por alguns recursos que oferece. Um deles é a capacidade de utilizar fundo transparente. Com isso, é possível, por exemplo, que um site publique uma imagem em GIF e esta terá como fundo, a cor da página. Além disso, o GIF permite que uma sequência de imagens sejam guardadas num único ficheiro, onde cada imagem surge no lugar da anterior após um tempo já determinado. Isso dá a sensação de animação.
Como criar uma imagem GIF no photoshop:
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O formato JPEG
O formato JPEG é um tipo de arquivo para armazenamento de imagens que pode trabalhar com esquema de cores em 24 bits. Isso significa que este formato aceita 16,8 milhões de cores. O JPEG é um dos formatos de imagens mais populares e isso se deve à capacidade de formar imagens relativamente fiáveis à original. Os ficheiros JPEG têm também a vantagem de não serem muito grandes. O JPEG utiliza um algoritmo de compactação que se baseia na capacidade do olho humano. No entanto, mesmo sabendo que arquivos em JPEG podem trabalhar com até 16,8 milhões de cores, o olho humano não é capaz de observar todas elas de uma vez. Assim, é possível tirar uma série de informações que representam cores em imagens e manter apenas aquelas visíveis ao olho humano. Em outras palavras, o formato JPEG retira da imagem aquilo que o olho humano não consegue ver.
Em relação à fotografia, o que se deve utilizar, RAW ou JPEG?
Em relação à fotografia, o que se deve utilizar, RAW ou JPEG?
Compressão de imagem
Os recursos necessários para armazenar e transmitir imagens são imensos, o que torna atractiva a compressão de imagem. A compressão de imagem baseia-se na eliminação de informação redundante existente nas imagens. A compressão varia de acordo com o tipo de imagens utilizadas. Existe compressão sem perdas e compressão com perdas. Compressão de dados sem perdas é o método de compressão que permite a recuperação exacta dos dados originais após o processo de descompressão. Algumas aplicações exigem que o processo de compressão e descompressão seja livre de perdas de informação: imagens médicas digitais, transmissão de textos e imagens binárias, textos, programas executáveis, banco de dados etc. Em imagens médicas, se há perdas de informação após a descompressão, há comprometimento na precisão do diagnóstico. Um método de compressão de dados é dito com perda quando a informação obtida após a descompressão é diferente da original (antes da compressão), mas suficientemente "parecida" para que seja de alguma forma útil. Este tipo de compressão é frequentemente utilizado para compactar áudio e vídeo para a internet.
O processo de compressão de imagem:
O processo de compressão de imagem:
Um exemplo de compressão áudio
O MP3 disponibiliza factores de compressão até 10:1 sem significativa perda de qualidade, permitindo que em vez de um clip de áudio(44.1, kHz 16-bit stereo) de 4 minutos ocupar 40 MB de espaço em disco e demorar 3-½ horas a descarregar com um modem de 28.8 kbps possamos com MP3 a 128 kbps, ocupar menos de 4MB de espaço e menos de 20 minutos a descarregar com um modem a 28.8 kbps ou 2 minutos com uma ligação a 256Kbps.
Psicoacústica
Psicoacústica consiste no estudo da percepção do som. Isso inclui, como ouvimos, e as nossas reacções psicológicas e fisiológicas do impacto da música e do som sobre o sistema nervoso humano. O som, a frequência e a vibração são essencialmente intercambiáveis, porque eles são aproximações diferentes da mesma essência. Neste sentido, pode-se falar do conceito de gama dinâmica ou gama dos sensíveis, ou seja, a relação entre o som de amplitude máxima e o som de amplitude mínima que um ser humano consegue ouvir, é de cerca de 120 decibéis. A percepção do volume está relacionada à variação de pressão gerada por uma onda sonora e, portanto, à sua intensidade. O nosso sistema auditivo tem dois limites de audibilidade: limiar de audibilidade (mínima intensidade audível) e o limite de dor (máximo nível de intensidade audível sem danos fisiológicos ou dor). Ainda dentro da psicoacústica, abordamos o marcaramento. Existem dois tipos: simultâneo e temporal. No primeiro, um instrumento pode ser mascarado por outro se um produz um som alto (mascarante) e o outro permanace fraco (mascarado). O mascaramento temporal, ocorre antes e depois de um som forte. Se um som é mascarado depois de um som mais forte é chamado pós-mascaramento e se é mascarado antes em tempo é chamado pré-mascaramento. O pré-mascaramento existe só por um curto espaço de tempo (cerca de 20ms), enquano que o pós-mascaramento tem efeito até 200ms após o som que o originou. Explorando ambos, é possível reduzir substancialmente a informação de áudio, sem uma mudança audível.
Compressão de áudio
A compressão de áudio, consiste em eliminar informações redundantes, produzindo ficheiros de áudio menores. Numa música, um longo período com amostras de som com o mesmo valor, poderia ser substituído por um pequeno código dizendo que a mesma frequência
deve ser repetida X vezes por exemplo. Podemos também eliminar informações que exercem pouca influência sobre a qualidade do som, eliminando pequenas variações.
O processo da compressão do áudio:
O processo da compressão do áudio:
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