sexta-feira, 4 de junho de 2010
O novo paradigma
Os consumidores são cada vez mais exigentes, as empresas devem-se aproximar das comunidades dos consumidores, essencialmente através das redes sociais, utilizando o marketing viral. Existe uma crescente necessidade de fazer passar uma boa imagem, transparência, sustentabilidade, responsabilidade social e ambiental, aos consumidores. Actualmente as pessoas estão cada vez mais atentas às atitudes das empresas face ao contexto em que esta se insere.
Globalização e Marketing
Abordámos o efeito que a globalização tem no marketing e nas novas tecnologias, e concluímos que, o mercado está cada vez mais competitivo e exigente e as empresas tiveram que encontrar alternativas de sobrevivência e continuidade. Cada vez mais as empresas apostam no marketing e nas novas tecnologias, procurando fórmulas criativas e competentes como ferramentas que garantem a melhoria contínua da qualidade e produtividade de seus produtos e serviços, qualidade esta que deve estar voltada para a satisfação das necessidades de seus clientes.
Marketing e produtos multimédia
Cada vez mais, o marketing utiliza produtos multimédia para comunicar com os consumidores, visto que, a comunicação se torna mais fácil e eficaz
directo, viral e de guerrilha
Falámos de várias vertentes do marketing. Uma delas, é o marketing directo, que é uma das mais emergentes ferramentas de marketing que surgiram com as novas tecnologias, consistindo em contactos directos que ocorrem individualmente entre a empresa e um cliente. Deve ser utilizado para conseguir uma relação personalizada com os clientes. Também abordámos uma vertente do marketing, que está agora a ser muito utilizada, que é o marketing viral. É uma forma utilizada por diversas empresas para tornar mais conhecida uma marca, tendo como nicho principal as redes sociais. Basicamente refere-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes de forma a produzir um aumento do reconhecimento da marca.
Por último falámos sobre marketing de guerrilha, O marketing de guerrilha é uma estratégia que utiliza recursos comuns do dia-a-dia das pessoas, de uma forma criativa, com acções de grande impacto em fortes pontos de comunicação de fácil acesso. É um tema muito interessante e as ferramentas disponíveis no formato WEB 2.0, criam um ambiente de possibilidades infinitas para a expansão desta estratégia.
As comunidades virtuais são territórios de rápida proliferação de informações.
Aqui fica uma campanha de marketing de guerrilha, para o peugeot 308:
Por último falámos sobre marketing de guerrilha, O marketing de guerrilha é uma estratégia que utiliza recursos comuns do dia-a-dia das pessoas, de uma forma criativa, com acções de grande impacto em fortes pontos de comunicação de fácil acesso. É um tema muito interessante e as ferramentas disponíveis no formato WEB 2.0, criam um ambiente de possibilidades infinitas para a expansão desta estratégia.
As comunidades virtuais são territórios de rápida proliferação de informações.
Aqui fica uma campanha de marketing de guerrilha, para o peugeot 308:
interface
Um produto multimédia tem uma interface que permite a interacção entre o utilizador e a aplicação. No que diz respeito à acessibilidade e, tendo em conta o desempenho do utilizador, a interface deve ser simples e fácil de usar. Para isso, não deve ser deve exigido grande esforço de aprendizagem ao utilizador, com vista à manipulação óptima da interface. Esta deve ser a mais intuitiva possível, ou seja, deve ser uma interface familiar ao utilizador.
Aqui fica o vídeo de um interface, caso fosse um humano:
Aqui fica o vídeo de um interface, caso fosse um humano:
sites estáticos vs sites dinâmicos
Nos sites dinâmicos, parte da página é construída dinamicamente. Nos sites estáticos, não há interacção entre o utilizador e o próprio site. Aqui o utilizador não tem grande controlo sobre a aplicação. Casos especiais são sites de servidores de multimédia de fluxo contínuo.
Web 1.0, web 2.0, web 3.0
No que diz respeito à web 1.0, deu-se precisamente entre 1991 e 2003, e refere-se a páginas estáticas, sem interacção, e em que os conteúdos são fechados. Os sites de Web 1.0 não são interactivos, ou seja, os visitantes podem visitá-los, mas não modificá-los ou contribuir com eles. A Web 2.0 é um termo criado em 2004 para designar uma segunda geração de comunidades e serviços. O marketing e a publicidade online também mudaram muito com a web 2.0. A empresa agora, não só comunica como interage. A publicidade deixou de ser uma via de mão única, onde a empresa emite uma mensagem que o consumidor recebe. Como a Internet é feita de pessoas, a publicidade tornou-se no relacionamento entre pessoas da empresa e consumidores. O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web, que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos utilizadores com sites e serviços virtuais. Assim o ambiente online torna-se mais dinâmico e os utilizadores colaboram para a organização dos conteúdos. Assim, a web 2.0 tem essencialmente a ver com a criação de ambientes propícios à criação e manutenção de redes sociais (abertas ou fechadas, públicas ou privadas).
Numa altura em que a Web 2.0 já se estabeleceu na vida dos internautas, que diariamente frequentam redes sociais como o Facebook e o Twitter, o próximo passo é a evolução para a web 3.0. A diferença entre a Web 2.0 e a Web 3.0 é a diferença entre obter uma lista de respostas e uma solução concreta e personalizada para uma pergunta. A Web 3.0 estreita a pesquisa e tenta dar ao o utilizador o que este realmente quer. É a visão de uma era em que os motores de busca não se limitam a recolher e apresentar os dados que andam dispersos pela Internet, mas são capazes de processar essa informação e produzir respostas concretas.
Vídeo alusivo a este tema:
Numa altura em que a Web 2.0 já se estabeleceu na vida dos internautas, que diariamente frequentam redes sociais como o Facebook e o Twitter, o próximo passo é a evolução para a web 3.0. A diferença entre a Web 2.0 e a Web 3.0 é a diferença entre obter uma lista de respostas e uma solução concreta e personalizada para uma pergunta. A Web 3.0 estreita a pesquisa e tenta dar ao o utilizador o que este realmente quer. É a visão de uma era em que os motores de busca não se limitam a recolher e apresentar os dados que andam dispersos pela Internet, mas são capazes de processar essa informação e produzir respostas concretas.
Vídeo alusivo a este tema:
Second life
É um simulador da vida real num mundo virtual, totalmente a três dimensões. Neste, para além de ser possível interagir com jogadores de todo o mundo, em tempo real, é possível também criar os nossos próprios objectos, negócios e até mesmo personalizar completamente o nosso avatar, tudo através da modelagem 3D. O fundamento do jogo está em incentivar cada jogador a encontrar um meio de sobreviver, aprendendo e desenvolvendo actividades lucrativas, as quais refletem directamente o nosso poder aquisitivo dentro do jogo. O Second Life tem a sua própria moeda, o Linden dollar, que pode ser convertida em dinheiro verdadeiro, respeitando a sua cotação no dia presente. Jogar “Second Life” é como viver outra vida, apesar de ser uma vida meramente virtual. É possível traçar uma vida paralela à vida real, concretizando e realizando planos praticamente impossíveis na vida real. Basicamente este jogo é um ambiente virtual e tridimensional que simula alguns aspectos a vida real e social das pessoas.
RV imersiva vs RV não imersiva
Enquanto que a realidade virtual imersiva é baseada no uso de capacetes ou de salas de projecção, a realidade virtual não imersiva baseia-se no uso de monitores. O que diferencia estes dois tipos de realidade é o nível de imersão e interactividade. Na realidade virtual imersiva o índividuo sente-se como parte do sistema. Na realidade não imersiva, isso já não acontece, baseia-se numa forma bidimensional, e não há a utilização de dispositivos específicos que potencializam a sensação do utilizador estar imerso num ambiente simulado.
Realidade virtual
Este termo surgiu nos anos 80 e refere-se a uma experiência imersiva e interactiva baseada em imagens gráficas 3D produzidas em tempo real através do computador. A realidade virtual , é uma tecnologia de interface avançada que existe entre um utilizador e o sistema informático. O objectivo é recriar, ao máximo, a sensação de realidade de forma a levar o indivíduo a adoptar a interacção como sua. Neste conceito, a qualidade da experiência é crucial, visto que, deve estimular ao máximo e de forma criativa o utilizador. O principal objectivo desta tecnologia, é permitir que o participante desfrute ao melhor nível possível, de uma sensação de presença no mundo virtual. Para que o utilizador possa disfrutar desta experiência é necessário que tenha certos dispositivos, que podem ser luvas, óculos, capacetes, entre outros.
armazenamento primário e secundário
O armazenamento primário é um dispositivo de armazenamento permanente, mas cujo conteúdo é temporário. A tecnologia mais rápida e mais cara é utilizada neste tipo de armazenamento. Este, inclui tecnologias que podem ser operadas directamente através do processador. São também chamadas de memórias voláteis, visto que, podem ocorrer perda de dados. Oferecem um rápido acesso aos dados, mas estão, de certa forma, limitadas à capacidade de armazenamento.
ROM e RAM
Tanto a memória RAM como a ROM possuem a mesma função: guardar dados. Por isso, confundi-las é um erro comum. Enquanto que a memória de acesso aleatório (do inglês random access memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada, a memória ROM (acrónimo para a expressão inglesa read-only memory) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas uma única vez e após isto não podem ser alteradas ou apagadas. São memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente.
Tipos de dispositivos de armazenamento
Os dispositivos de armazenamento magnéticos são os mais antigos e os mais utilizados actualmente, por permitirem uma grande densidade de informação, ou seja, armazenar grande quantidade de dados num pequeno espaço físico. Nesta aula, falámos sobre os discos rígidos e sobre as bandas magnéticas. Os primeiros, permitem armazenar grandes quantidades de informação que é acedida aleatoriamente, podem ser de natureza interna ou externa, conforme estarem instalados dentro ou fora do computador. A vantagem dos discos externos, é o facto de ser possível transportá-los de forma mais fácil e segura para outros computadores. Quanto às bandas magnéticas, utilizam a electromagnetização das partículas e são o suporte mais económico de armazenamento de grandes quantidades de dados. Desta forma, são os dispositivos mais indicados para fazer cópias de segurança da informação.
Quanto aos semicondutores, falámos de cartões de memória e de pen drives. Estes semicondutores são os dispositivos que eu utilizo mais frequentemente, visto que, do meu ponto de vista, têm uma utilização mais fácil e menos rígida que os outros dispositivos. Os cartões de memória servem para armazenar dados como texto, fotos, vídeos e músicas. São usados em diferentes tipos de dispositivos harware, como as câmaras fotográficas digitais, telemóveis e leitores de MP3. As pens servem para armazenar dados e ligam-se ao computador através de uma porta USB. Constituem um meio prático para transporte de dados, não necessitando de instalação do software. O tamanho, o custo, a capacidade de armazenamento, a fiabilidade são grandes vantagens destes dispositivos.
Nesta aula, falámos ainda dos dispositivos ópticos, em que a leitura e a gravação dos dados são realizados através da tecnologia laser. O dispositivo de armazenamento óptico que a maioria de nós conhece é o compact disc (CD). O CD armazena grandes quantidades de informação digital (783MB) numa pequena superfície, que é é um espelho coberto com de minúsculas saliências organizadas numa espiral. O leitor de CD lê as saliências com um laser preciso e interpreta a informação como bits de dados. O CD-ROM (Compact Disc-read Only Memory), foi o primeiro tipo de CD apresentado e, normalmente é utilizado para armazenar grandes quantidades de dados que os discos flexíveis não conseguem armazenar. Falámos também do CD-RW, que foi lançado em 1997, e permite ser gravado várias vezes, portanto funciona com qualquer disco magnético. Ainda nos dispositivos ópticos abordámos o conceito de DVD-ROM. Estes possuem maior quantidade de armazenamento do que os CD's. Foram lançados em 1997, e apresentam as mesmas dimensões de um CD, mas permitem armazenar até 17 GB ou 8 horas de vídeo. O processo de armazenamento de dados é igual à utilizada nos CDs, mas o DVD consegue armazenar maior quantidade. Também os DVD's, podem ser gravados apenas uma vez, como é o caso do DVD-R, como também podem permitir a regravação dos dados, e neste caso falamos de DVD-RW.
Dispositivos magnéticos e semi-condutores:
Quanto aos semicondutores, falámos de cartões de memória e de pen drives. Estes semicondutores são os dispositivos que eu utilizo mais frequentemente, visto que, do meu ponto de vista, têm uma utilização mais fácil e menos rígida que os outros dispositivos. Os cartões de memória servem para armazenar dados como texto, fotos, vídeos e músicas. São usados em diferentes tipos de dispositivos harware, como as câmaras fotográficas digitais, telemóveis e leitores de MP3. As pens servem para armazenar dados e ligam-se ao computador através de uma porta USB. Constituem um meio prático para transporte de dados, não necessitando de instalação do software. O tamanho, o custo, a capacidade de armazenamento, a fiabilidade são grandes vantagens destes dispositivos.
Nesta aula, falámos ainda dos dispositivos ópticos, em que a leitura e a gravação dos dados são realizados através da tecnologia laser. O dispositivo de armazenamento óptico que a maioria de nós conhece é o compact disc (CD). O CD armazena grandes quantidades de informação digital (783MB) numa pequena superfície, que é é um espelho coberto com de minúsculas saliências organizadas numa espiral. O leitor de CD lê as saliências com um laser preciso e interpreta a informação como bits de dados. O CD-ROM (Compact Disc-read Only Memory), foi o primeiro tipo de CD apresentado e, normalmente é utilizado para armazenar grandes quantidades de dados que os discos flexíveis não conseguem armazenar. Falámos também do CD-RW, que foi lançado em 1997, e permite ser gravado várias vezes, portanto funciona com qualquer disco magnético. Ainda nos dispositivos ópticos abordámos o conceito de DVD-ROM. Estes possuem maior quantidade de armazenamento do que os CD's. Foram lançados em 1997, e apresentam as mesmas dimensões de um CD, mas permitem armazenar até 17 GB ou 8 horas de vídeo. O processo de armazenamento de dados é igual à utilizada nos CDs, mas o DVD consegue armazenar maior quantidade. Também os DVD's, podem ser gravados apenas uma vez, como é o caso do DVD-R, como também podem permitir a regravação dos dados, e neste caso falamos de DVD-RW.
Dispositivos magnéticos e semi-condutores:
Dispositivos de armazenamento
Estes dispositivos são fundamentais, visto que, o crescimento de dados é inevitável. Por isso, é necessário que se estabeleça uma abordagem bem organizada ao seu ambiente de armazenamento de dados, e assim usufruir das vantagens que se conseguem através de uma infra-estrutura de armazenamento seguro. Boas condições de armazenamento, optimizam o uso do espaço total disponível e aumentam a eficiência na gestão da base de dados permitindo também a redução de custos de administração.
Os dispositivos de armazenamento permitem guardar dados de forma permanente ou semi permanente e podem ser classificados em magnéticos, semicondutores e ópticos.
Os dispositivos de armazenamento permitem guardar dados de forma permanente ou semi permanente e podem ser classificados em magnéticos, semicondutores e ópticos.
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